Governador Geraldo Alckmin homenageia atletas olímpicos


Esportistas receberam Medalha de Mérito Esportivo no Palácio dos Bandeirantes



O governador Geraldo Alckmin recebeu nesta quinta-feira, 25, atletas que participaram com destaque dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro para homenageá-los com a Medalha de Mérito Esportivo do Estado de São Paulo.

“A Medalha do Mérito Esportivo é a maior homenagem que o povo de São Paulo, de maneira singela, simples, mas com enorme orgulho, presta aos seus atletas. Uma justíssima homenagem aos nossos medalhistas e àqueles que não foram medalhistas, mas participaram, dando o melhor de si, nesta grande Olimpíada que fez tão bem ao Brasil. Reafirmamos nosso compromisso com o esporte através do nosso Bolsa Talento, da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte e do Centro de Formação de Excelência”, disse o governador.

Estiveram presentes os medalhistas Arthur Nory, bronze na Ginástica Artística; Gabriel Barbosa (Gabigol), Thiago Maia e José Carlos Cracco Neto (Zeca), ouro no Futebol; Maicon de Andrade Siqueira, bronze no Taekwondo; Poliana Okimoto, bronze na Maratona Aquática; Sérgio Dutra dos Santos (Serginho), ouro no Vôlei, entre outros esportistas que representaram o país na maior competição esportiva do planeta.

Além dos atletas, os técnicos Cristiano Albino, da Ginástica Artística; Ricardo Cintra, da Maratona Aquática; Eduardo Alba, do Pólo Aquático Masculino e Cláudio Roberto Castilho, do Atletismo Masculino, também receberam a honraria do governador, diferentemente do que ocorre na Olimpíada, quando apenas o esportista recebe as medalhas.

“O Brasil demonstrou que tem alto potencial esportivo. Cabe a nós, gestores, oferecer oportunidades por meio de programas, ações e estrutura adequada, visando muito mais que medalhas, sobretudo a formação de cidadãos que, por meio do esporte, transformem suas vidas e o ambiente em que vivem”, disse o secretário de Esporte, Lazer e Juventude do Estado, Paulo Maiurino.


São Paulo é o Estado com mais esportistas na Olimpíada

Dos 456 atletas brasileiros que participaram dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, 156 eram paulistas. São Paulo é o Estado com maior número de representantes em modalidades olímpicas.

A Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo (SELJ) investe no capital humano dos atletas paulistas e com isso contribui para o desenvolvimento do desporto brasileiro. A SELJ apoia tanto atletas em formação, por meio dos programas Bolsa Talento Esportivo e Formação Esportiva, como atletas de alto rendimento, em Centros de Excelência.


Centros de Excelência e Formação Esportiva

O programa Centro de Excelência disponibiliza locais para treinamento de atletas de alto rendimento, numa parceria entre a SELJ e federações responsáveis por cada modalidade esportiva. Em 2015, foram criados os Centros de Formação Esportiva, onde atletas iniciantes têm à disposição treinadores, médicos e a estrutura necessária para prática esportiva. O investimento feito nesses programas, entre 2015 e 2016, totaliza mais de R$ 20 milhões.

O Centro de Excelência de Natação, por exemplo, é administrado pela Federação Aquática Paulista, atende 120 usuários e está instalado no Complexo Aquático do Ibirapuera. Outra parceria em curso, atualmente, é com o Centro de Formação de Boxe, instalado no município de Itanhaém, que atende 184 crianças e jovens. O projeto é desenvolvido pela Federação de Boxe do Estado de São Paulo.

Vale citar também o convênio estabelecido com a Associação Brasileira dos profissionais de Educação Física e Esporte para manutenção do Centro Esportivo Comunitário “Etec na comunidade”, localizado na região do Parque Novo Mundo.

Poliana Okimoto, medalhista de bronze nas Olimpíadas 2016
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Serginho, do vôlei, ganhou o ouro no Rio 2016
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Gabi Barbosa, conhecido como Gabi Gol, ganhador de ouro
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Thiago Maia, medalhista de ouro em 2016
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Zeca também recebeu a Medalha de Mérito Esportivo
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Maicon de Andrade Siqueira, medalha de Bronze no Taewondo
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Arthur Nory, medalha de bronze na ginástica artística

Senado inicia julgamento final do impeachment de Dilma


Nesta fase, serão apresentadas questões de ordem e ouvidas as testemunhas

EDUARDO BRESCIANI E CRISTIANE JUNGBLUT - O GLOBO

O presidente do Senado, Renan Calheiros, e o do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski 
André Coelho / Agência O Globo

O Senado iniciou às 9h33m o julgamento final do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, com mais de 30 minutos de atraso e 28 senadores presentes. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, comanda os trabalhos, que deverão durar até o meio da próxima semana. Serão necessários 54 votos para afastar Dilma definitivamente do cargo. (INFOGRÁFICO: passo a passo do julgamento final)

Lewandowski chegou ao plenário às 9h12, quando 13 senadores haviam registrado presença. Nessa primeira fase serão ouvidas as testemunhas de acusação e defesa. O primeiro a falar, indicado pela acusação, é Júlio Marcelo de Oliveira, procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) e responsável pelas representações que levaram a corte a debater as pedaladas fiscais e os decretos de crédito suplementar. Os senadores aliados da presidente afastada, porém, pretendem apresentar diversos questionamentos regimentais no início dos trabalhos para tentar suspender ou, ao menos, adiar o julgamento.

Respondendo a uma intervenção do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), o presidente do STF afirmou que não há prazo para acabar o julgamento.

— Esse julgamento tem prazo para começar e não tem para terminar. Desenvolveremos nosso trabalho respeitando todo o processo legal — disse Lewandowski.


PRIMEIROS EMBATES

O petista reclamou que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), teria prometido ao presidente interino Michel Temer concluir o julgamento na próxima terça-feira. Lindbergh criticou Renan por ter se reunido com Temer na noite dessa quarta-feira. Após a resposta de Lewandowski, senadores defenderam Renan.

— O senador Lindbergh não questionou quando o presidente Renan esteve com Dilma. Não há que se estranhar que um chefe de poder mantenha contato com chefe de outro poder — disse o líder do PSDB, Cássio Cunha Lima, que complementou:

— Tem sido essa a estratégia, de procrastinação, retardamento e chicana pela defesa que, a rigor, não conseguiu apresentar a defesa, mas sim meras desculpas.

O julgamento se inicia justamente na semana em que o presidente interino Michel Temer enfrenta a pior crise em sua base aliada desde que ascendeu interinamente ao poder, com o confronto entre PSDB e PMDB em torno do compromisso com o ajuste fiscal.

A previsão é de que os depoimentos das testemunhas sigam até sábado. Está marcado para a próxima segunda-feira o interrogatório de Dilma, que deve ser o ponto alto do julgamento. Ela fará um pronunciamento inicial e responderá a perguntas dos senadores.

Na terça-feira os senadores farão os debates, com dez minutos para cada um. Pelos prazos, a previsão é que o resultado só seja conhecido na madrugada de quarta-feira.

A presidente afastada será julgada pela acusação de ter praticado crimes de responsabilidade devido aos atrasos de repasses do Tesouro ao Banco do Brasil por despesas do Plano Safra (de crédito agrícola) e à edição de decretos de crédito sem autorização do Congresso. De acordo com o Senado, esses atos violariam dois artigos previstos na Lei de Impeachment.

Na contagem de votos, tanto na base aliada do presidente interino quanto na oposição, comandada pelo PT, há número suficiente para a condenação de Dilma. Até a noite de quarta-feira, 52 senadores haviam declarado ao GLOBO voto favorável ao impeachment. São necessários 54 votos (dois terços do total dos 81 senadores) para cassar o mandato. Reservadamente, senadores que evitam se manifestar publicamente admitem que se posicionarão contra Dilma, o que torna muito difícil a tentativa da petista de reverter o cenário.


"Não faltam provas para o impeachment de Dilma", editorial do O Globo


Processo chega à fase final, tendo sido dado todo espaço à defesa, mas que não consegue responder, sem deixar dúvidas, às acusações de crimes de responsabilidade

O GLOBO


O processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff entra hoje na fase final, sem que o lulopetismo e o advogado da presidente, José Eduardo Cardozo, sejam convincentes ao rebater a acusação de que ela cometeu crimes de responsabilidade no campo fiscal, como definidos pela lei 1.079, de 1950, e estabelecidos na Constituição. E foram muitas as etapas de debates e votações, garantida liberdade absoluta à defesa.

E muito menos convence a delirante acusação de que há um “golpe”. Ela serve apenas para animar militantes, quase sempre sectários, e simpatizantes estrangeiros desinformados. Influentes estes são, pois até conseguiram induzir organismos multilaterais a encaminhar formalmente perguntas sobre a legalidade do processo, respondidas pelo Congresso sem sobressaltos. A própria Dilma ajuda a desfazer a farsa do “golpe” ao comparecer livremente ao Senado, para se defender, em sessão conduzida pelo presidente do Supremo, ministro Ricardo Lewandowski. Seria um golpe dentro do estado democrático de direito, uma contradição em termos. Uma bizarrice.

A presidente afastada chega ao final do processo fragilizada dentro do seu partido, o PT, no qual ela, brizolista de alma, jamais teve grande trânsito. Sequer empolgou o partido o estratagema dilmesco de propor aos senadores rejeitarem o impeachment, que ela, em troca, convocaria um plebiscito sobre novas eleições. Não empolgou por ser inexequível do ponto de vista constitucional e do calendário. O próprio presidente da legenda, Rui Falcão, desembarcou da ideia também porque concluiu que toda a tramitação desta sonhática consulta popular desembocaria numa eleição em 2018, quando haverá o pleito do calendário normal. O PT quer se desvencilhar logo de Dilma, para atuar por inteiro como a nova oposição, papel em que sempre mostrou competência.

A furiosa bancada minoritária de defensores de Dilma no Senado só fez despender energia em manobras regimentais canhestras, para adiar ao máximo o julgamento, à espera do imponderável. Chicanas inúteis, porque, em nenhum momento, conseguiram provar que Dilma e equipe não manipularam o Orçamento para esconder déficit mastodôntico, nem deixaram de atropelar o Congresso com autorizações de gastos à margem dos ritos constitucionais.

As “pedaladas”, indicadas de forma cabal pelo TCU ao rejeitar contas da presidente, estão por trás de cifras gigantescas. O artifício de não se ressarcir bancos oficiais e até o FGTS pelo pagamento de subsídios variados, a fim de esconder déficits primários, levou a que o Tesouro, em fins de 2015, primeiro ano do segundo mandato de Dilma, desembolsasse R$ 72 bilhões ao BNDES e ao Banco do Brasil, além de ao Fundo de Garantia. E aquilo foi apenas parte das “pedaladas”.

Afastada a presidente, o governo interino de Michel Temer fez aparecer números reais na contabilidade pública. Para 2014, último ano do primeiro mandato, foi contabilizado — depois de a presidente ser reeleita — um déficit de 0,6% do PIB, claramente subestimado. Por emergirem os gastos reais, o déficit primário deste ano foi projetado em R$ 170 bilhões (algo na faixa dos 2% do PIB). E a conta continuará no vermelho no ano que vem (déficit de R$ 139 bilhões). Os crimes de responsabilidade são avantajados. Se não, o país estaria crescendo e com inflação baixa. É óbvio.


Ministério Público Eleitoral impugna candidaturas de Russomanno, Marta, Erundina e Olímpio


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Russomanno, Marta e Erundina

O Ministério Público Eleitoral em São Paulo impugnou nesta terça-feira, 23, as candidaturas de Celso Russomanno (PRB) e Marta Suplicy (PMDB), que lideram as pesquisas de intenção de voto na capital paulista. Também foram impugnadas as candidaturas da ex-prefeita Luiza Erundina (PSOL) e de Major Olímpio (SD).

As impugnações são questionamentos aos pedidos de registro de candidatura feitos pelos interessados em disputar as eleições na Justiça Eleitoral e podem, caso confirmadas as irregularidades, impedir o registro das candidaturas.

No caso dos candidatos à Prefeitura, os questionamentos todos se baseiam na falta de documentos obrigatórios, o que ocorreu, em grande parte, devido à dificuldade do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo em emitir no prazo as certidões solicitadas por todos os candidatos.

Diante disso, o juiz eleitoral deve conceder um prazo de sete dias para que os candidatos regularizem a situação.


TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO:

“Em primeiro grau, a expedição é automática. Como, em eleições anteriores não havia a exigência de certidões de 2º grau, a automação de sua expedição não foi priorizada.

Os pedidos de certidões excederam em muito a demanda esperada pelo Tribunal – foram mais de 87 mil documentos solicitados, o que gerou sobrecarga na expedição e entrega das certidões.

Para vencer a nova demanda, foram realizados mutirões, inclusive em finais de semana, com ampliação da força-tarefa através de recrutamento de servidores de diversas unidades. Até o final de segunda-feira, 22, praticamente todos os pedidos de expedição de certidões foram atendidos e acreditamos que a entrega será totalmente realizada até a próxima sexta-feira.

Registra-se, por derradeiro, que, por força da nova exigência, foram determinados estudos para rápida automação da expedição de certidões de segundo grau.”

Ibope: Haddad e Marta tem maior rejeição. Doria, uma das menores


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Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (23) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Prefeitura de São Paulo:

Celso Russomanno (PRB) lidera a pesquisa com 33%, seguido de Marta (PMDB) com 17%.  O prefito Fernando Haddad (PT) empata com e Luiza Erundina (PSOL) e João Doria (PSDB) com 9%. Major Olimpio (SD) tem 2%, Altino (PSTU) 1%, João Bico (PSDC) 1%, Levy Fidelix (PRTB) 1%, Ricardo Young (REDE) 1% e Henrique Áreas (PCO) 0%. Branco/nulo - 13%. Não sabe/não respondeu - 4%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e o jornal 'O Estado de S. Paulo'.

O Ibope ouviu 805 eleitores da capital entre os dias 19 e 22 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) sob o protocolo SP-07072/2016.


Rejeição

Fernando Haddad (PT) - 52%
Marta (PMDB) - 35%
Luiza Erundina (PSOL) - 25%
Celso Russomanno (PRB) - 24%
Levy Fidelix (PRTB) - 22%
João Doria (PSDB) - 12%
Major Olimpio (SD) - 8%
Altino (PSTU) - 7%
João Bico (PSDC) - 7%
Henrique Áreas (PCO) - 5%
Ricardo Young (REDE) - 5%
Poderia votar em todos - 1%
Não sabem ou não opinaram - 8%.


Avaliação da administração Fernando Haddad

Ótima/Boa - 13%
Regular - 30%
Ruim/Péssima - 57%
Não sabem avaliar - 1%

Segundo o Ibope, 76% desaprovam a forma como Haddad vem administrando o município; 19% declaram que a aprovam. Aqueles que não sabem ou preferem não responder somam 5%.

Agenda do governador Geraldo Alckmin 24/08 - São Paulo/SP

AGENDA DO GOVERNADOR


O governador Geraldo Alckmin participa nesta quarta-feira, 24, da assinatura de convênio entre a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e o Tribunal Regional Federal da 3ª Região para disponibilização de postos de trabalho para os cumpridores de penas de prestação de serviços à comunidade.

O convênio faz parte de um programa do Governo do Estado de ressocialização e qualificação de presos e apenados, que têm a oportunidade de aprender uma nova tarefa e garantir um ocupação futura.

A pintura de hospitais e escolas da rede pública estadual por reeducandos do regime semiaberto e a manutenção de prédios do Tribunal Regional Eleitoral, realizadas no primeiro semestre deste ano, fazem parte desse programa.


Evento: Assinatura de convênio entre a SAP e o TRF 3ª Região
Data: Quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Horário: 10h
Local: Palácio dos Bandeirantes - Av. Morumbi, 4.500 - São Paulo/SP



Justiça manda o Facebook excluir perfis fakes com ataques a João Doria


Folha.com


A Justiça Eleitoral mandou o Facebook excluir os perfis "João Escória" e "João Dolar Júnior", considerados ofensivos ao candidato à Prefeitura de São Paulo João Doria (PSDB), a pedido da coligação do PSDB, Acelera SP.

Um dos perfis excluídos continha a imagem do tucano alterada digitalmente, mostrando um caminhão despejando lixo em suas costas e um urubu sobrevoando sua cabeça. Em uma das fotos, a montagem de Doria expressava frases como "oi criança periférica, peguei seu nariz e privatizei" e "eu não tenho saco pra pobre".

Em decisão liminar a respeito do perfil "João Escória", o juiz Sidney da Silva Braga declarou que o direito à livre manifestação do pensamento, amparado na Constituição Federal, não é "absoluto nem ilimitado".

"Se, de um lado, todos têm direito à livre expressão de sua opinião, têm, também, o dever de expressar tal opinião de forma que não atinja a honra de ninguém, tanto a subjetiva (conceito de si mesmo) quanto a objetiva (reputação perante a sociedade em geral)", escreveu.

Em outra decisão, sobre o perfil "João Dolar Júnior", o juiz Marcio Teixeira Laranjo determinou a exclusão de um dos perfis no prazo de 24 horas –além do fornecimento dos dados cadastrais disponíveis do titular da conta— sob pena de multa diária de R$ 2.000.

Anderson Pomini, advogado da campanha de Doria, diz que "todos os perfis criados em desfavor da campanha serão derrubados". Ele afirma que em 80% dos casos, os próprios usuários das contas retiram o conteúdo considerado ofensivo após "notificações extrajudiciais", por meio das próprias redes sociais.

"Após a liminar, o próprio Facebook exclui os perfis e, em seguida, os usuários criam outras contas iguais. Está claro que são pessoas contratadas para fazer isso".

Pomini diz acreditar que Doria é mais visado por sátiras por ser novato no mundo da política.

Segundo o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), o Facebook não costuma ceder informações de usuários.

Governador Geraldo Alckmin cobra política fiscal ‘duríssima’ na ‘segunda largada’ do governo Temer


IstoÉ

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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), cobrou nesta terça-feira, 23, do presidente da República em exercício, Michel Temer (PMDB), a adoção de um novo tripé macroeconômico baseado em uma política fiscal “duríssima”, uma política monetária com juros mínimos e ainda um câmbio competitivo para beneficiar exportadores. Segundo Alckmin, as medidas seriam adotadas na chamada “segunda largada” de Temer, ou seja, com a efetivação do presidente ainda interino após a cassação da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) prevista para a próxima semana.

“Eu tenho ouvido que o presidente Temer terá direito a duas largadas, a primeira quando assumiu interinamente e a segunda com a definição do processo nos próximos dias. É fundamental que nessa segunda largada (Temer) adote uma política fiscal duríssima, uma política monetária com taxas de baixíssima, a exemplo do que ocorre em todo o mundo, e um câmbio competitivo”, disse Alckmin durante a abertura da Fenasucro 2016, principal feira da indústria sucroenergética do País, em Sertãozinho (SP).

Alckmin citou o próprio setor produtivo de açúcar e etanol para defender também que o governo adote regras claras e estáveis para a indústria alcooleira retomar os investimentos suspensos após ao menos cinco anos de crise. “Um setor dessa importância não pode ficar dependendo da boa vontade do governante. Primeiro congela a gasolina, depois libera; cobra a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), depois tira”, exemplificou. “É preciso regras estáveis que definam a participação do etanol na matriz de combustível e da cogeração na matriz de energia”, completou.

Apesar da cobrança sobre a política econômica do governo, Alckmin disse que o PSDB seguirá com o apoio ao presidente Temer por conta da responsabilidade do partido, que integra o novo governo, em colaborar nas mudanças do País. Alckmin comentou ainda a participação do candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, João Doria (PSDB), no debate realizado ontem pelo Grupo Bandeirantes e considerou que o desempenho do seu afilhado político foi “ótimo”.

“Ele colocou bem a questão o emprego e do desenvolvimento. É a novidade da eleição, vai trazer novos modos de gestão e inovação. Há muito a ser feito em São Paulo e ele pode melhorar muito a qualidade de vida da população”, concluiu.

Agenda do governador Geraldo Alckmin 23/08 - Pradópolis e Sertãozinho/SP

AGENDA DO GOVERNADOR


O governador Geraldo Alckmin inaugura nesta terça-feira, 23, nova unidade do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP), em Pradópolis. Com padrão inspirado no Poupatempo, o novo posto dispõe de infraestrutura moderna, novos equipamentos e mobiliário, comunicação visual facilitadora, funcionários treinados nos serviços de trânsito, condições de acessibilidade, pagamento de taxas com cartão de débito, entre outros benefícios.

Em seguida Alckmin participa da abertura oficial da 24ª Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética – Fenasucro & Agrocana, no município de Sertãozinho.


Evento: Inauguração do novo Detran.SP em Pradópolis
Data: Terça-feira, 23 de agosto de 2016
Horário: 10h
Local: Avenida Monte Sereno, 410 - Jardim Bela Vista - Pradópolis /SP

Evento: Abertura oficial da 24ª Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética – Fenasucro & Agrocana
Data: Terça-feira, 23 de agosto de 2016
Horário: 12h
Local: Centro de Eventos Zanini (Espaço de Conferência Fenasucro) - Av. Marginal João Olézio Marques, 3.563 - Distrito Industrial - Sertãozinho/SP

Governador Geraldo Alckmin abre 1ª Delegacia de Defesa da Mulher 24h do Estado



Os plantões policiais serão de segunda a sexta-feira, das 20h às 8h, e aos sábados e domingos, das 8h às 20h e das 20h às 8h



O governador Geraldo Alckmin abriu nesta segunda-feira, 22, a 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) que passará a funcionar 24 horas por dia, durante os sete dias da semana. A inauguração do plantão contou com a participação do secretário da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho.

A ampliação do atendimento da delegacia especializada com os plantões 24 horas, inclusive aos finais de semana, foi possível graças a um reforço de efetivo policial. Duas delegadas, formadas na última terça-feira, 16, foram destinadas à unidade.

Os plantões noturnos da 1ª DDM funcionarão das 20h às 8h, com quatro equipes compostas por delegado, investigadores e escrivão. Aos sábados e domingos serão dois turnos: das 8h às 20h e das 20h às 8h.

A delegacia fica na Rua Bittencourt Rodrigues, 200, Sé. A responsável pela unidade é a delegada Giovanna Valenti Clemente.

A 1ª DDM, que também é a primeira Delegacia de Defesa da Mulher do país, completou 31 anos de existência neste mês. Pioneiro no combate à violência de gênero, São Paulo possui 132 unidades do tipo, espalhadas por todas as regiões do Estado.

Combate à violência contra a mulher

O Estado de São Paulo tem aprimorado suas medidas e tomado novas iniciativas de proteção à mulher.

São Paulo possui a maior estrutura da nação para o atendimento especializado à mulher, com 35,8% de todas as DDMs do país, que tem 368 unidades, de acordo com dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Se comparado ao Rio de Janeiro, que tem 15 delegacias do tipo, o Estado possui nove vezes mais equipamentos.

As equipes que atuam nas DDMs de São Paulo são preparadas e treinadas para este fim. Elas passam por aulas específicas na Academia de Polícia, como de atendimento público e Direitos Humanos, para prestar o melhor atendimento às vítimas.

Desde maio, a Secretaria da Segurança Pública faz parte do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica (Gevid), em parceria com o Ministério Público. O grupo visa discutir medidas de segurança para aprimorar o combate a esse tipo de crime, como a melhoria da capacitação dos policiais civis e militares em formação.

O empenho e a atenção do Estado na questão da violência contra a mulher pode ser notado através de dados. De acordo com o Mapa da Violência de 2015, o Estado registrou, em 2013, uma taxa de 2,9 homicídios de mulheres por grupo de 100 mil. O número é o menor de todo o país, atrás até mesmo da média nacional, que foi de 4,8.

Um estudo mais recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança, aponta que São Paulo foi o Estado que teve a maior diminuição, em 10 anos (de 2004 a 2014), no número de homicídios de mulheres.

A queda no período foi de 29,3%, fazendo com que o Estado alcançasse a menor taxa do país – 2,7 homicídios por 100 mil mulheres. Com uma redução de 37,21%, a média de São Paulo foi também a que mais diminuiu na década. Em 2004, a taxa era 4,3.